DAVIDMARREIROS@FACULDADEBELASARTESUNIVERSIDADEPORTO



]think simple.simply think[




5.11.08

dм.d_news

davidмarreiros.writing#zerozeroum - novo blog pessoal de escrita.
http://dmw-001.blogspot.com/

3.11.08

dм.d_news

Esperam-se novas actualização.

(Nota: Espera de tempo indefinido, devido à falta de tempo ou à falta de tempo para ter tempo.)

26.2.08

«q.»

«Go on failing. Go on. Only next time, try to fail better.» - Samuel Beckett

A grande máxima de Desenho I, dita logo aquando da primeira aula.
Na realidade, ajuda mesmo... Iremos falhar sempre, cada desenho será sempre um falhanço, mas temos de fazer para que cada falhanço seja sempre melhor que o anterior. Falhamos para aprender. O falhanço como método.
Desenhamos para falhar; Agimos para falhar; Vivemos para falhar. Aos melhores falhanços da vida chamamos, gentilemente, Vitórias (temporárias decerto...).

14.2.08

dм.d_news@ITD.PROJ_06

"FORA DE SERVIÇO"
Exposição na Reitoria da Universidade do Porto

A reitoria da Universidade do Porto acolhe a exposição “Fora de serviço” produzida pelos alunos do primeiro ano do curso de Design da Comunicação da FBAUP.

Esta exposição propõe uma reflexão sobre a funcionalidade do cinzeiro, objecto que se torna obsoleto no espaço público, a partir da aplicação da nova lei.

Não é um exercício de reciclagem, mas sim uma análise de novas perspectivas, atribuindo ao cinzeiro outras abordagens ou significados. A exposição foi coordenada pelos docentes António Queirós e Julio Dolbeth, e integra nesta passagem pela Reitoria, cinzeiros de cada uma das diferentes faculdades da U.Porto.


(Imagens Em Breve)

2.2.08

MI.PROJ_03

MEDIA I . PROJECTO 03 - FOTOGRAFIA/NARRATIVA
30.01.08

aN oUTER bODY eXPERIENCE


Projecto final da disciplina de Media I

(Texto por editar, Brevemente.)



Nota: De preferência oiçam com fones e alto, q.b.! Desfrutem! Depois comentem

20.1.08

ITD.PROJ_06

INTRODUÇÃO AO DESIGN . PROJECTO 06 
14.01.08

A PROPOSTA
Projecto 06 inspirou-se na nova lei do tabaco que entrou em vigor desde o dia 1 de Janeiro de 2008. A ideia passava basicamente pela questão: o que se fazer a um objecto obsoleto (tal como o cinzeiro estaria a tornar-se)? Apenas duas hipóteses. Ou se torna numa peça de museu ou se torna em algo novo. Este projecto tomou assim como objectivo a produção de novos objectos a partir de um simples cinzeiro branco.

O RESULTADO
Após várias ideias, percebemos que para os fumadores, fumar um cigarro tornara-se quase como uma necessidade fisiológica básica, equiparada a comer, respirar, beber, urinar, etc. Então porque não tornar o objecto principal dessa actividade fisiológica artificial, num objecto para ser usado numa necessidade fisiológica natural: urinar. Surgiu assim, a partir do tal cinzeiro, um urinol. Ou melhor, um “Ourinol”. Porque, de facto, para urinar, há que ter classe ao fazê-lo… Nada melhor do que urinar, para um equipamento banhado a ouro. É de Classe, deveras.
Obviamente que tudo isto tem um objectivo, principalmente de um forte cariz crítico. Antes disso, há que compreender que o urinol é um equipamento intrínseco da cultura contemporânea, e que principalmente desde Marcel Duchamp, ganhou um certo destaque artístico. Quanto ao anteriormente referido sentido crítico, a obra pretende ilustrar o acto de Urinar para o Cinzeiro, numa correspondência simbólica ao desprezo (urinar) para um hábito já fora de moda e de alguma falta de educação (o acto de fumar, simbolizado pelo cinzeiro). Tudo isto é acentuado pela notória ironia dada pela cor dourada, pela imagem cliché de WC do menino a urinar e pelo autocolante identificativo do produto.



“Ourinol” – Sinopse
Urinar? Há que ter classe ao fazê-lo...
Indo contra todos os estereótipos de equipamento de casa de banho, criámos um urinol que irá alterar, por completo, o conceito tradicional de WC.
Seguindo todas as exigências que nos foram apresentadas, construímos um projecto que responde a todas as necessidades estéticas e funcionais para tornar o produto completo.
“Ourinol” irá revolucionar as casas de banho dos portugueses...

David Marreiros
Pedro Reis
Sílvia Silva